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MINICURSOS

Esta prática pedagógica nasceu da necessidade constatada nas nossas experiências em sala de aula, do convívio com alunos, com outros professores de matemática; e também de estudos desenvolvidos nas aulas de atividade do curso de licenciatura em matemática da Faculdade de Ciências Humanas de Igarassu -FACIG. Os professores, em geral, desconhecem as justificativas, os procedimentos, envolvidos nos algoritmos das quatro operações, sendo assim, essa prática pedagógica tem o objetivo de compartilhar, com os participantes, uma metodologia adequada ao ensino-aprendizagem das operações aritméticas que torne estes algoritmos um recurso didático para compreensão do nosso sistema numérico, superando obstáculo herdados a gerações

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 11

O presente minicurso pretende propor para graduandos do Curso de Licenciatura em Matemática, atividades via resolução, proposição e exploração de problemas que contribuam para o entendimento do conceito e das representações de função, tendo em vista trazer contribuições para a formação destes estudantes, tanto no que diz respeito a sua compreensão do conceito, como também despertar a reflexão sobre suas práticas como futuros professores de matemática. Para isto, tomamos como base as dificuldades de alunos, relatadas em algumas pesquisas (COELHO COSTA, 2004; COSTA, 2008; BRANDÃO, 2014; SILVA, 2013) e as cinco grandes ideias essenciais para o desenvolvimento do conceito de função propostas por Cooney, Beckmann e Lloyd (2010), que são: conceito de função, covariância e taxa de variação, famílias de funções, combinação e transformação de funções e representações de funções. Portanto, o principal objetivo deste minicurso, é proporcionar aos participantes um ambiente diferente do que tradicionalmente acontece em salas de aula, de modo que possam ser mais ativos e desenvolver suas habilidades, trabalhando o conceito e as representações de função de forma que adquiram uma melhor compreensão deste conceito. Para atingir nosso objetivo, vamos propor aos participantes, algumas atividades que contêm uma sequência didática, a partir da metodologia de ensino de matemática por meio da resolução, proposição e exploração de problemas. Inicialmente, no desenvolvimento do minicurso, vamos pedir aos participantes que se dividam em grupos de três, para que dessa forma, possam discutir suas estratégias de resolução. Após formados os grupos, entregaremos de forma impressa, uma atividade de cada vez, e a partir daí faremos a mediação necessária para que os participantes resolvam a atividade, trabalhando as ideias essenciais presentes na atividade, e como consequência tenham uma melhor compreensão do conceito de função.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 2

Nesta proposta apresenta-se uma breve abordagem sobre quebra-cabeças como atividades lúdicas aplicadas a aulas de matemática, tendo em vista, propor um estudo sobre uma atividade lúdica no ensino de Matemática na Educação Básica, buscando assim a melhora do ensino, a motivação dos alunos e a formação de conceitos matemáticos. Principiando com uma abordagem histórica sobre grandes criadores de quebra-cabeças, em seguida uma abordagem a alguns tipos de quebra-cabeças e atividades propostas em que se discute algum conceito matemático envolvido, bem como a resolução de problemas envolvidos. No momento final, é proposta uma dinâmica em que os participantes se dividirão em grupos, para então, competir entre si na montagem e resolução de alguns quebra-cabeças e problemas matemáticos, aplicando as ideias discutidas na atividade.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 8

Ao longo da disciplina Prática de Laboratório de Ensino de Matemática II, do curso de Licenciatura em Matemática, tivemos a oportunidade de vivenciar um conjunto de propostas de atividades relacionadas ao ensino de Matemática, sob a ótica da problematização e da importância de diversificar as abordagens metodológicas. Este minicurso surge como um reflexo desta ação e como uma proposta de compartilhar sugestões de atividades desta disciplina com outros graduandos de licenciatura ou professores atuantes no processo de formação continuada. Para isto, estamos apresentando sugestões de atividades com conteúdos relacionados a maximização do volume de uma piscina com formato retangular, área e volume de um sólido truncado, estudo da área máxima de uma região retangular com perímetro fixo e o cálculo do volume de um silo com formato cilíndrico; explorando diversos conteúdos relacionados a resolução destes problemas e sugerindo o uso materiais didáticos de manipulação, a resolução de problemas e a construção de gráficos com um software computacional.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 9

O objetivo deste minicurso é possibilitar aos professores que ensinam Matemática na Educação Básica e graduandos de licenciaturas em Matemática e Pedagogia, conhecerem aspectos teóricos e metodológicos do uso de jogos matemáticos e vivenciarem alguns jogos africanos que contribuam com sua prática numa perspectiva sociocultural do ensino. Considerando os jogos como um elemento sociocultural (HUIZINGA, 1993; KISHIMOTO, 2002; CAVALARI, 2010), que podem favorecer o ensino da Matemática (SMOLE, 2007; MACEDO, 2007), no contexto de nossa argumentação, estes podem tornar o ensino desta disciplina mais dinâmico e articulado a outras áreas do saber, resgatando elementos relevantes cultural e socialmente. Observamos uma tendência do currículo escolar da Matemática não valorizar elementos de base africana. Entre outros aspectos, Muniz (2012) enfatiza que este “não deixa espaço para a Matemática cultural na escola, não possibilita a exploração de todos os valores da Matemática (p.15). A dimensão cultural e filosófica dos jogos africanos justifica-os como um recurso de grande potencial para a promoção da aprendizagem Matemática a partir da cultura afro-brasileira no âmbito escolar, valorizando a orientação da Lei 11. 645 de 2003 (BRASIL, 2003).

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

A necessidade de quantificar e fazer contas existe desde a Antiguidade, e ao longo dos anos vem se aprimorando, principalmente por causa das calculadoras e do computador. O ramo da matemática que lida com os números e suas operações é a aritmética. No que se refere ao seu ensino, percebemos que em sua maioria se dá exclusivamente por meio do livro didático, e quando se opta por outros recursos pedagógicos, estes são quase sempre o ábaco e o material dourado. Embora esses instrumentos sejam alternativas interessantes de ensino, principalmente porque oportunizam o aprendizado dos conhecimentos aritméticos através do lúdico, seu grau de eficiência diminui quando o intuito é trabalhar as operações de multiplicação e divisão. Diante dessa constatação, a nossa proposta de minicurso é apresentar mais uma ferramenta para o ensino das operações aritméticas chamada de Ossos ou Barras de Napier. Este utensílio foi criado por John Napier, o criador dos logaritmos, no fim do século XVII. Assim como o ábaco, os Ossos de Napier foram bastante utilizados por mercadores, pois facilitava os cálculos de números muito grandes envolvendo multiplicação, divisão e até extração de raiz quadrada. Portanto, diferentemente dos outros instrumentos tradicionalmente utilizados, este apresenta bastante eficiência no ensino da multiplicação e divisão, tanto é que a proposta é trabalhar exatamente essas duas operações. Diante do exposto, o minicurso tem como objetivo abordar os Ossos de Napier como ferramenta pedagógica no ensino das operações de multiplicação e divisão. Para alcançar o desejado, o trabalho foi idealizado da seguinte forma: iniciamos explanando um pouco da história de John Napier; em seguida, explicamos detalhadamente como foram criadas as barras e de que forma são dispostos os números inscritos nelas. Paralelamente à explicação, os participantes irão construir suas próprias barras, e de posse do material produzido, passamos à resolução de atividades envolvendo as operações de multiplicação e divisão, utilizando-se das barras e obtendo os resultados de forma rápida e prática.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 8

A década de 1990 trouxe consigo várias expectativas a respeito da revolução do ensino por meio das novas tecnologias de comunicação, informação e expressão (NTCIE). Todavia, embora a adoção das tecnologias aplicadas ao cotidiano da sala de aula tenha sido incentivada, o maior desafio para escolas e professores ainda é sobre como usar os recursos tecnológicos a favor do ensino-aprendizagem. O fato é que, seja por iniciativa da própria escola, seja por meio de programas governamentais, ou mesmo pelas mãos dos alunos, as NTCIE chegaram à sala de aula. Mas a inclusão delas na educação não ocorreu, ou melhor, não está ocorrendo tão facilmente. Enquanto as tecnologias estão cada vez mais dinâmicas e os jovens manipulam as ferramentas digitais com muita naturalidade, em muitas escolas ainda se estuda alternativas para o uso do computador na sala de aula. Corroborando com esse ponto de vista, Sibilia (2012, p.181) afirma que “enquanto os alunos de hoje vivem fundidos com diversos dispositivos eletrônicos e digitais, a escola continua obstinadamente arraigada em seus métodos e linguagens analógicos; isso talvez explique por que os dois não se entendem e as coisas já não funcionam como se esperaria”. Diante do exposto, a proposta deste minicurso objetiva apresentar ao público como utilizar e explorar funcionalidades básicas do software Prezi©, uma ferramenta multimídia online ou offline, na qual é possível desenvolver apresentações de forma não linear numa tela “virtualmente infinita” (VIZUAL WIZARD/ SBAP, 2015). O Prezi é baseado num interface zoom e permite a criação de apresentações dinâmicas e interativas, onde é possível colocar texto, imagens, vídeos, sons e organizar toda a informação em molduras que ajudam a estruturar de forma lógica a apresentação. Quanto à metodologia a ser empregada no minicurso, inicialmente, será feita a exposição do ambiente geral do software, com suas principais características e recursos básicos. Posteriormente, serão desenvolvidas as seguintes atividades: apresentação das etapas de preparação de uma atividade prática, ou seja, de uma aula utilizando o Prezi e, em seguida, demonstração de duas aulas de Matemática, uma para o Ensino Fundamental e outra para o Ensino Médio. Público alvo: profissionais e acadêmicos interessados pela temática.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 7

Resumo: Este minicurso é resultado das atividades desenvolvidas no componente curricular Laboratório de Ensino de Matemática trabalhadas com alunos do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Estadual da Paraíba, campus de Patos. Com o objetivo de socializar algumas atividades e trabalhos desenvolvidos durantes as aulas deste componente curricular é que propomos a realização deste minicurso. Assim, como as diversas alternativas metodológicas para auxiliar o professor de Matemática do Ensino Médio, temos a intenção de provocar reflexões sobre a prática do professor de Matemática deste nível da educação básica além de trabalhar com atividades/jogos que explorem conceitos matemáticos do Ensino Médio, numa perspectiva pedagógica. O ministro está voltado para professores dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior alunos do curso de Licenciatura em Matemática e todos aqueles se interessam pela aprendizagem em Matemática. Esperamos que este minicurso contribua no processo de formação dos cursistas, mostrando possibilidades teóricas e práticas de como trabalhar os jogos matemáticos numa perspectiva pedagógica no Ensino Médio.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 9

O LACAPE (Laboratório Científico de Aprendizagem Pesquisa e Ensino em Educação Matemática) desenvolve oficinas/minicursos para professores dos anos iniciais, professores de matemática e licenciandos em pedagogia e matemática com a intensão de aprofundar estudos relacionados as metodologias de ensino de Matemática e contribuir na superação das dificuldades de ensino dos conteúdos de matemática. Acreditamos, portanto, que a resolução de problemas dá ao professor a oportunidade de construir práticas inovadoras ao ensino dessa disciplina, assim como olhar para um problema sob a perspectivas de adaptá-lo ao seu contexto de ensino, de elaborar outros problemas e contextualizar suas ações de sala de aula. Esta oficina é fruto de um projeto de extensão e tem como objetivos envolver os participantes em discussões sobre o que é problemas, o que compreende a metodologia da resolução de problemas, qual o papel do contexto nas atividades de ensino, como abordar a resolução de problemas como prática investigativa para compreender a partir desta abordagem o conteúdo matemático envolvido nos problemas e apontar possibilidades de atividades que envolvem a resolução de problemas. Para a realização da oficina, apresentamos um conjunto de nove problemas para os participantes resolverem. Esses problemas serão separados em bloco de três e para cada bloco perguntaremos: Que conhecimentos prévios os alunos devem presentar para resolver o problema? Que conteúdos o problema permite introduzir/aprofundar? Quais as dificuldades que os alunos podem apresentar para resolver o problema? Que estratégias podem ser adotadas para minimizar as dificuldades dos alunos? No primeiro bloco, perguntamos aos participantes: cite as diferenças entre os três contextos apresentados nos problemas; no segundo, discutiremos características dos enunciados e no terceiro bloco quais os desafios de elaborar e adaptar problemas ao contexto de ensino. Esses problemas foram aplicados em turmas de 3°s e 5°s anos e, então, mostraremos aos participantes algumas estratégias de resolução dos problemas como indicativo da compreensão dos problemas pelas crianças.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

Este minicurso tem como objetivo proporcionar aos participantes uma discussão sobre as dificuldades apresentadas por alunos do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos na resolução de situações-problema do campo conceitual das estruturas multiplicativas com números naturais e inteiros relativos, buscando levar em conta as estratégias dos alunos de cálculo relacional e numérico. Para tanto tomamos como base teórico-metodológica os estudos de Vergnaud (1990,1991) sobre a Teoria dos Campos Conceituais e suas colocações sobre o cálculo relacional, voltado para os procedimentos anteriores ao cálculo propriamente dito em que o aluno busca a melhor opção para a resolução do problema a ele apresentado, a melhor operação. E, o cálculo numérico, relativo aos conhecimentos operacionais matemáticos, mais precisamente, relacionado à execução de algoritmos. Como atividades previstas na realização do trabalho com os participantes do minicurso, serão analisadas situações-problema, envolvendo números naturais e números inteiros relativos, com base nos eixos de isomorfismo de medidas, comparação multiplicativa (relação desconhecida ou referido desconhecido) e produto de medidas (combinatória). Apresentação das situações-problema em que ocorreram maior índice de erros em uma pesquisa realizada numa escola pública da rede estadual de Pernambuco. Por fim, uma análise das dificuldades dos alunos na resolução das situações-problema, levando-se em conta os tipos de estratégias utilizadas por eles, quanto à escolha das operações (cálculo relacional) e cálculo dos algoritmos (cálculo numérico). Iremos ainda, analisar os conceitos em ação mobilizados pelos estudantes na resolução de situações-problema envolvendo a multiplicação e a divisão de números naturais e números inteiros. No intuito de reconstruir as concepções dadas ao processo de ensino e aprendizagem de situações-problema do campo conceitual multiplicativo.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

Como parte de um mundo globalizado, estamos reféns de suas influências, em especial no que diz respeito as tecnologias. Utilizar a tecnologia móvel na sala de aula e outras já existentes, como a calculadora, é o que direciona a execução dessa proposta, tentando aproximar o conteúdo do/a estudante por meio daquilo que já é tão próximo dele/a. O nosso objetivo é propor novas formas de trabalhar o ensino da álgebra na sala de aula, aliando-se a novas ferramentas didáticos tecnológicas. Levar para a sala de aula o conteúdo, por meio da interatividade do smartphone, modifica a capacidade do aluno manipular algebricamente e graficamente os termos abordados, rompendo com parte da abstração existente nas aulas de álgebra. Para o professor, nossa proposta tenta inclui-lo no meio tecnológico, possibilitando-o uma reflexão e inserção das tecnologias na prática pedagógica. Ao apresentar a proposta do minicurso, paralelamente, instigaremos questionamentos que fundamentam os nossos estudos e práticas que serão no momento expostos. Para a realização da primeira atividade é fundamental que os participantes estejam de posse de uma calculadora cientifica, no propósito de permitir ao participante chegar por si só as propriedades dos logaritmos a partir das observações e problematizações feitas. Em seguida, os participantes irão precisar estarem de posse de seus respectivos smartphones. Nós, enquanto ministrantes do minicurso, iremos apresentar todos os recursos tecnológicos necessários para a realização das atividades que iremos explorar em seguida, são eles: smartphone, projetor de multimídia, notebook e dois aplicativos o Gerenciador de Telefone Apowersoft e o Desmos que podem ser baixados gratuitamente nas lojas online como o Play store. Os problemas propostos explorarão a geração de tabelas de valores, cálculo de raízes polinomiais por meio de aproximações, relações entre expressões, equações e inequações tudo isso com o auxílio do aplicativo. Essa metodologia traz para a sala de aula a visualização e significação de toda a manipulação algébrica realizada mecanicamente, por meio da resolução de equações e inequações, por exemplo, rompendo um pouco com a abstração gerada no ensino da Matemática. Diante dos inúmeros trabalhos realizados abordando a tecnologia, acreditamos que este minicurso desperte novos olhares para o ensino da Matemática aliado com as TIC, contribuindo com grande relevância para um melhor aprendizado sobre os conteúdos abordados no currículo escolar. OBS: Os participantes deverão portar calculadora científica e smartphone.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 5

Nas aulas da disciplina de História da Matemática temos percebido que alguns discentes do Curso de Matemática – Licenciatura Plena desconhecem outra forma de multiplicar dois números inteiros. Alguns até comentam que executa mecanicamente o algoritmo tradicional da multiplicação, mas não entendem - talvez porque nunca lhes foi devidamente ensinado - o processo das técnicas envolvidas nesse algoritmo. Compreendemos, então, que o conhecimento dos métodos de multiplicação, valoriza a matemática enquanto conhecimento social e proporciona ao aluno a comparação com o método tradicional, seja identificando diferenças e semelhanças, seja observando as vantagens e desvantagens de cada um dos dispositivos de cálculo. O conhecimento de tais métodos se dá através do uso da história da matemática em sala de aula, uma vez que tal metodologia é um campo de investigação das origens, descobertas, métodos e notações matemáticas desenvolvidas na antiguidade. Este minicurso objetiva divulgar os métodos de multiplicação utilizados no passado e propor atividades investigatórias para a sala de aula envolvendo tais métodos. Visando possibilitar o uso pedagógico da história da Matemática em sala de aula, propomos neste minicurso refletir, apresentar, vivenciar e avaliar alguns métodos de multiplicação utilizados ao longo da história, numa sequência metodológica distribuída em três etapas: 1) reflexão sobre a evolução histórica do algoritmo da multiplicação; 2) apresentação e exploração dos seguintes métodos de multiplicação: egípcio, hindu, chinês e dos camponeses russos; Além desses métodos, utilizaremos as barras de Napier e as réguas de Genaille – Lucas para efetuar multiplicações; 3) discussões sobre atividades investigativas para sala de aula envolvendo tais métodos; 4) avaliação do minicurso. A atividade destina-se a professores da Educação Básica, licenciandos em Matemática e interessados em História da Matemática e o ensino da Matemática escolar.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

É praxe os professores de matemática ministrarem no 9º ano da educação básica o Teorema de Pitágoras. O objetivo geral deste minicurso é debater com professores e futuros professores de matemática a estreita relação entre o referido teorema e o conceito matemático denominado Terno Pitagórico. Como apoio teórico ao minicurso destacamos Boyer (1974), Filho (1981), Gundlach (1992), Domingues (1998), Eves (2004), Silva (2009) e Cavalcante et alil (2010). A temática versará sobre propriedades, teoremas e demonstrações, e a concepção de que o teorema atribuído aos pitagóricos extrapola uma simples relação algébrica entre medidas dos comprimentos dos lados e a área de quadrados sobre os lados de um triângulo retângulo, presente nos livros didáticos. Destacaremos que os babilônios conheciam pelo menos quinze conjuntos de ternos diferentes. Abordando os Ternos Pitagóricos, apresentamos subsídios para enriquecer o cotidiano em sala de aula trazendo elementos que auxiliarão o processo de ensino-aprendizagem de conceitos de matemática.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 13

Este minicurso apresenta a possibilidade de exploração do Banco de Questões da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) nas aulas de Matemática utilizando Materiais Didáticos (MD). Apresentaremos os MD como qualquer instrumento que auxilie nos processos de ensino e de aprendizagem e acreditamos que seu uso na sala de aula de Matemática se apresenta como uma forma diferenciada e satisfatória para a exploração de questões da OBMEP possibilitando uma aprendizagem mais concreta, com significado. As atividades propostas serão extraídas dos Bancos de Questões enviados ás escolas pela organização da Olimpíada de 2005 a 2016 onde os MD possam contribuir na exploração, investigação e generalização das soluções. Além da defesa dos MD, com atividades práticas investigativas, será criado um espaço onde licenciandos e professores de Matemática possam discutir as limitações e potencialidades, também, por sua prática.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 5

No processo de ensino-aprendizagem, o docente como orientador do componente curricular – Matemática, busca proporcionar ao discente o conhecimento matemático através da interação e da socialização dos conceitos matemáticos no ambiente escolar, possibilitando-o resolver situações problemas, permitindo que o mesmo reflita, analise e construa seu próprio conhecimento matemático durante o processo. Desta forma, o minicurso a ser desenvolvido, vem apresentar uma forma alternativa no ensino da matemática no fundamental II, através da utilização dos jogos de regras/lúdicas, possibilitando aos participantes a oportunidade de utilizar e interagir com jogos, tendo como conceitos matemáticos os Múltiplos e Divisores de um número Natural e Equação de 1º grau. No minicurso serão aplicados os seguintes jogos: Baralho MDC; Trilha Matemática e Quebra Cabeça de Equação do 1º grau. Portanto, estes jogos potencializam as interações e a socialização entre os alunos e professor, como também estabelece conexões com os conceitos matemáticos, fazendo com o discente aprenda de forma satisfatória e motivadora.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

Neste minicurso serão trabalhadas atividades nas quais o software GeoGebra vai ser utilizado como ferramenta para a conjecturar fórmulas de cálculos de áreas de alguns polígonos e volumes de alguns sólidos geométricos e também para criar aplicativos para o cálculo de áreas de polígonos regulares, círculos, setor circular e segmento circular e volumes de diversos sólidos geométricos. Trabalharemos com atividades de fácil compreensão para iniciantes no GeoGebra ou quem tenha pouca experiência com esse software e que busca conhecimento para aulas mais dinâmicas e prazerosas para os seus estudantes. Na realização de atividades do cálculo de volumes usaremos a janela de visualização 3D que com sua dinamicidade facilita bastante na verificação das propriedades dos sólidos geométricos contribuindo para a formação dos conceitos necessários para a aplicabilidade deste estudo e a elevação do nível de aprendizagem por parte dos estudantes.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 12

Matemática da Educação Básica é que estamos propondo este minicurso voltado para professores que ensinam Matemática na Educação Infantil, anos iniciais do Ensino Fundamental, Ensino Médio, mas também, para alunos dos cursos das Licenciaturas em Pedagogia e Matemática, especialmente os cursos que tenham preocupações em utilizar metodologias que favoreçam experiências desafiadoras por meio de recursos didáticos manipuláveis. Entendemos material didático de acordo com (LORENZATO, 2006, p. 18) como “qualquer instrumento útil ao processo de ensino e aprendizagem”. Assim, serão lançados desafios por meio de atividades que serão exploradas com o material didático Poliminós. Ademais, esperamos que os participantes sejam estimulados a trabalhar com desafios matemáticos nas aulas de Matemática como alternativas didáticas para seu trabalho docente, favorecendo um ambiente dialógico na construção de conceitos e/ou ideias matemáticas. Palavras-chave: Desafio Matemático, Material Didático, Poliminó.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 8

Muito se tem falado sobre inclusão e acessibilidade da pessoa surda, e isto está diretamente relacionado com a forma de comunicação que os surdos utilizam, ou seja, a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, que foi reconhecida como meio legal de expressão e comunicação dos surdos brasileiros pela Lei 10.436/02. A Libras é uma língua natural, assim como as línguas orais, no entanto, a maioria da população brasileira desconhece sua utilização e tampouco reconhece sua importância para a inclusão e acessibilidade das pessoas surdas (WITKOSKI, 2009; CARVALHO, 2010; MIRANDA, 2011). Em relação à política educacional de inclusão e à educação matemática verificamos que há uma carência de material bibliográfico que permita aos professores adequar a metodologia utilizada em sala de aula para atender às necessidades desses estudantes. Nesse sentido, o presente minicurso tem como objetivo apresentar perspectivas para a produção de materiais didáticos auxiliares no ensino de matemática para alunos surdos frequentes no ensino técnico. Quanto à metodologia a ser empregada no minicurso, inicialmente, o grupo abordará noções básicas da Libras, destacando sua importância para que se estreitem as relações entre surdos e ouvintes. Em seguida, apresentará algumas estratégias didáticas para o ensino de Matemática em turmas onde o(s) estudante(s) surdo(s) está(ão) matriculado(s). Acredita-se que os professores que trabalham com alunos surdos, não somente os de matemática, mas também aqueles que lecionam as outras disciplinas, necessitam mobilizar seus conhecimentos para reformular suas metodologias, repensar suas práticas pedagógicas, buscando encontrar meios que facilitem a aprendizagem desses alunos, que trabalham os ajudem a desenvolver o seu intelecto, respeitando obviamente suas características.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 9

Presenciamos em nossa prática docente, professores de matemática afirmar buscarem metodologias de ensino que proporcionam a aprendizagem significativa, em Adição Algébrica de Números Inteiros, com algumas incoerências teóricas e metodológicas. Essas incoerências podem influenciar negativamente na ocorrência de tal aprendizagem, pois, segundo Thompson (1992), há uma relação complexa entre as concepções dos professores, suas decisões e comportamentos em sala de aula. Mas afinal, que aprendizagem é essa? Como produzi-la, avalia-la e quais recursos são necessários? Como os jogos podem contribuir para sua ocorrência e qual teoria lhe dar suporte? Nesse sentido, o objetivo de nossa proposta é analisar as contribuições que os jogos podem dar para a ocorrência da aprendizagem significativa, em Adição Algébrica de Números Inteiros, na concepção de David Ausubel, e as implicações que sua efetivação acarreta para a prática docente. Essas análises serão feitas em seis momentos principais, com duração prevista de, respectivamente, vinte, trinta, cinquenta, quarenta, setenta e trinta minutos: 1) Socialização inicial; 2) Introdução à temática: concepções dos participantes sobre o que é aprendizagem significativa e debate sobre a relação dessas concepções com a prática em sala de aula; 3) Contextualização teórica: debate dos principais conceitos da aprendizagem significativa ausubeliana, suas condições de ocorrência, formas de avaliação, uso de materiais significativos e organizadores prévios; 4) Atividade Prática: Aplicação do Jogo da Onça (Lima, 2005), adaptado à Adição Algébrica de Números Inteiros; 5) Debate sobre os elementos do jogo adaptado que contribuem para a ocorrência da aprendizagem significativa do conteúdo proposto; generalização das conclusões para recursos metodológicos e conteúdos matemáticos outros; debate sobre as implicações nas práticas dos docentes exigidas por um ensino que possibilita a ocorrência da aprendizagem significativa na concepção de David Ausubel; 6) Considerações finais: avaliações coletivas, autoavaliações, etc. Como resultado, espera-se que os participantes ganhem um repertório teórico que os permitam compreender como os jogos podem contribuir para a ocorrência da aprendizagem significativa do conteúdo explorado, os ajudando a refletir sobre suas práticas e modos de conceber os processos de um ensino capaz de produzir este tipo de aprendizagem em outros conteúdos matemáticos

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 8

A análise combinatória é um assunto que causa bastante pavor porque exigi um maior nível de interpretação e raciocínio lógico matemático. Uma das grandes descrenças é pensar que existe uma fórmula para resolver qualquer exercício desse conteúdo e infelizmente não há. Pesquisas desenvolvidas por Rocha (2002) e Costa (2003) apontam dificuldades do ensino da Análise Combinatória nas escolas. Por esses motivos, neste minicurso pretendemos aplicar os conceitos do princípio aditivo e do principio multiplicativo, conforme a teoria dos campos conceituais de Vergnaud (2009) em situações problemas, apresentar os conceitos e fórmulas de permutação, arranjo e combinação a fim de tentar esclarecer a natureza onde cada um desses termos se aplica. Apresentaremos o jogo Mastermind por entendermos que o ato de jogar pode se caracteriza como uma metodologia que favoreça a aprendizagem, o papel do professor é essencial. Sem a intencionalidade pedagógica do professor, corre-se o risco de se utilizar o jogo sem explorar seus aspectos educativos, perdendo grande parte de sua potencialidade.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 9

Um dos grandes desafios enfrentados pelos professores, em especial os de Matemática, é o de ministrar aulas eficientes todos os dias. Para que isto ocorra, é necessário que o professor esteja ciente e apto a utilizar os mais diversos recursos para enriquecer suas aulas. Focado nesta perspectiva, nosso minicurso tem como objetivo apresentar possibilidades de uso de planilhas eletrônicas como ferramenta didática na construção do saber matemático. Para isto, pretendemos promover discussões e atividades que permitam desenvolver habilidades aos participantes a agregar conteúdos matemáticos às planilhas eletrônicas. Nesse sentido, nossa proposta fundamenta-se em evidenciar a importância do uso de planilhas eletrônicas de acordo com aportes teóricos e desenvolver duas atividades: A primeira envolvendo Matemática Financeira, mais precisamente o conteúdo de Juros Compostos. A segunda abordando conteúdos de Progressão Aritmética (PA) e Progressão Geométrica (PG). Com isso, esperamos despertar a curiosidade dos participantes no tocante ao desenvolvimento de atividades que favoreçam o uso de planilhas eletrônicas nas aulas de Matemática. OBS: Os participantes deverão portar computador pessoal para possível uso em atividades durante o curso.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

nsinar Matemática é uma prática que têm representado um grande desafio para muitos docentes, pelo fato de novas demandas educacionais e os diversos estilos de aprendizagem dos alunos Nativos Digitais. Nesse sentido, diferentes alternativas têm sido investigadas e utilizadas em sala de aula a fim de superar os problemas de ensino e aprendizagem de Matemática. Deste modo, este minicurso tem como objetivo apresentar o Plickers e sua utilização como uma ferramenta inovadora na abordagem de conteúdos matemáticos para professores em atuação e alunos da licenciatura. O Plickers é um instrumento de estímulo à aprendizagem na qual, utilizando-se de QR Codes impressos os alunos possam responder às perguntas exibidas na projeção, posicionando-os na direção correspondente à sua resposta. Com a câmera de um smartphone ou tablet, o professor realiza a captura instantânea das respostas dos alunos, que serão reconhecidas e projetadas por meio de gráficos e tabelas no dispositivo, podendo ser exibidas num computador. Inicialmente, será discutido sobre as tecnologias digitais e suas influências nos processos de ensino e aprendizagem da Matemática, em seguida, será feita uma pequena explicação sobre a funcionalidade do Plickers e realizada uma atividade com os participantes, na qual todos responderão algumas questões com os Cards entregues. Posteriormente, as respostas serão contabilizadas e armazenadas, para que seja exposto um ranking com as pontuações, mostrando-se os vencedores. Ao final, serão exploradas e explicadas aos partícipes todas as funcionalidades da ferramenta, desde o processo de criação de uma conta no website e download do aplicativo em dispositivos android, à criação e execução de atividades na mesma. A utilização de instrumentos como este em sala de aula é de grande importância, pois permite professores e alunos interagirem de maneira divertida e eficaz, além de proporcionar situações de aprendizagem mediadas por artefatos comuns ao cotidiano dos discentes, gerando novas expectativas e experiências sobre o contexto escolar das aulas de Matemática. OBS: Recomenda-se o uso de smartphones para o desenvolvimento de atividades durante o curso.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 6

Essa proposta de oficina é para professores da educação básica, de Matemática e de outras áreas, que se desenvolve, adaptada, a partir de atividades realizadas em sala de aula de Matemática, com turmas do 9º do ensino fundamental e das fases VII e VIII (8º e 9º anos) da EJA, em duas escolas municipal em Juiz de fora - MG. Nesta atividade inicial, afeita metodologicamente à pedagogia de projetos, estivemos envolvidos com a tarefa de investigar sobre o percentual de participação destinado às crianças negras e brancas em matérias jornalísticas e/ou publicitárias, em veículos impressos. Uma atividade que faz parte do projeto pedagógico nas referidas escolas, intitulado “Educação Matemática & Democracia” afeiçoado por sua vez, às orientações próprias de uma Educação Matemática Crítica nos termos em que propõe Skovsmose (2001). A chamada pedagogia de projetos ou trabalho com projetos pedagógicos, é também referência para a atividade que desenvolvemos e um dos objetivos desta oficina é apresentar a professores (as) esta iniciativa de construir, nas salas de aula de Matemática ou de outras disciplinas, cenários para a investigação, como uma estratégia pedagógica. Ao mesmo tempo tal iniciativa se traduz como espaço dialógico que nos possibilita, e a nossos alunos, colocar sob suspeita posições sociais naturalizadas e questionar o lugar de inferioridade social e étnica destinado a negros e negras nos veículos midiáticos impressos, como também na própria estrutura social. Um dos objetivos que norteiam nossa pesquisa e a de transformar as salas de aulas (também de Matemática) em espaços propícios para promovermos desconstruções sobre práticas sociais consolidadas em que nos envolvemos cotidianamente, sem que atentemos para preconceitos, discriminações e autoritarismos que muitas vezes as envolvem. As manifestações recentes de intolerância racial aqui no Brasil e, especialmente nos Estados Unidos, denotam a importância e atualidade do tema e a urgência de práticas educativas que lancem reflexão sobre estas questões.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

Um dos maiores obstáculos, na atualidade, para um professor de matemática na educação básica, é fazer com que seus alunos tenham interesses pela disciplina e consigam aplicar os conhecimentos matemáticos no seu dia a dia. Observando que cada dia aumenta a necessidade dos cidadãos saber ler e interpretar tabelas e gráficos. Aumenta também a necessidade de compreender as informações veiculadas pelos meios de comunicação, seja para tomar decisões ou fazer previsões que podem ter influência em suas vidas. Esta característica do mundo atual traz para o currículo de Matemática a necessidade de abordar elementos da estatística, da combinatória e da probabilidade. O objetivo deste trabalho é contribuir para o processo de ensino-aprendizagem, em particular, o ensino da probabilidade, despertar no aluno o interesse pela disciplina e além disto usar os conhecimentos matemáticos para tomar decisões. Para isto, a meta foi desenvolver uma proposta metodológica, que esteja de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), tendo como foco a produção de material adicional didático para o professor. A proposta de ensino apresentada é composta por quatro atividades e foi aplicada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Erasmo de Araújo Souza nas turmas do 8º e 9º ano e avaliada. Espera-se que este trabalho tenha grande utilidade para os professores em sala de aula e, que as atividades propostas despertem nos alunos o prazer pela disciplina e a aprendizagem sobre a probabilidade. Palavras Chaves: PCNs. Probabilidade.Aplicaçao. Aprendizagem.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 11

O ensino de Matemática tem sido caracterizado pela superficialidade com que são tratados seus conteúdos. Os envolvidos no processo educativo formal da Matemática priorizam práticas de ensino-aprendizagem que se opõem ao pensar criticamente o conteúdo estudado. Atualmente encontra-se muito em uso a Informática, recurso auxiliar à educação matemática em sala de aula. Não há como excluir do ambiente educacional um conhecimento vivenciado cotidianamente pelos alunos: as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) que constituem-se como ferramenta que dinamiza o ensino da Matemática, exigindo, dessa maneira, a formação de um profissional que lide, com qualidade, essas TICs. A utilização do software Winplot como recurso auxiliar na resolução de Sistemas de Equações Lineares não implicaria num ensino desse conteúdo ultrapassando a mera resolução algébrica das equações lineares, proporcionando ao aluno uma compreensão mais completa desse assunto. Assim, propomos um minicurso, cujo objetivo se harmoniza com a situação acima proposta, qual seja, a apresentação do uso do software matemático Winplot como apoio ao processo de ensino-aprendizagem de alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio que estudam, em Matemática, o conteúdo “resolução de sistemas de equações lineares” no intuito de promover uma melhor significação desse conteúdo. Além disso, diferente do que se é proposto no ensino atual de matemática, iremos resolver graficamente os sistemas de equações lineares e a partir disso, discutiremos sua classificação quanto as suas possibilidades.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 9

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo apresentar uma proposta de minicurso para explorar o material didático convencional “Peças Poligonais - PP”, em que se destacam as funções: “modelo didático”; “conteúdo relacional”; “conteúdo informacional”; “lúdica” e “acessibilidade”. Quanto à estrutura deste material, ele é composto de 48 peças que possibilitam trabalhar os atributos da forma (triangular, quadrangular, pentagonal, hexagonal, heptagonal e octogonal), cor (amarela, azul, verde e vermelha) e tamanho (pequena e grande), bem como, explorar atividades/jogos que trabalham os aspectos cognitivos que contribuem para a formação do pensamento e atividades/jogos que constam de um trabalho mais sistemático que exploram elementos presentes nos quatro blocos de conteúdos propostos pelos PCN de Matemática. Por fim, esperamos que este minicurso seja uma experiência enriquecedora para alunos dos Cursos de Licenciatura em Matemática e Pedagogia, como também, contribua aos profissionais que lidam com Ensino Fundamental.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 10

Resumo: O conceito de área é considerado um dos mais importantes no ensino aprendizagem da Matemática e, por isso, torna-se relevante para a formação de todo cidadão que precisa realizar medições ou estimar medidas de regiões planas – terrenos, pisos, paredes, faces de objetos, etc.. É também muito rico do ponto de vista da matemática, pois, congrega os eixos temáticos dos números, da geometria, das grandezas e da álgebra. Este mini-curso se apóia numa pesquisa de mestrado em Educação Matemática sendo complementada por uma pesquisa em livro didático em um curso de especialização e outros aportes teóricos sobre o estudo das grandezas geométricas. As atividades do minicurso abordam o conceito de área como grandeza com destaque para a definição de conceito que permite identificar noções, procedimentos e invariantes operatórios (teoremas-em-ação e conceitos-em-ação) e uma classificação para as situações de comparação de áreas, medida de área e produção de superfícies. Autora: Sandra Nicolau de Oliveira Co-autores: Jorge Henrique Duarte, Jaelson Dantas de Almeida, José Severino de Barros e Edmundo Silva Guerra.

Carga Horária: 4h

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